quinta-feira, 26 de novembro de 2009

De volta a ativa



Fala galera!

Depois de um pequeno tempo (quase um ano, hehehe) sem aparecer por aqui, resolvi voltar e contar como foi essa trip pelo nordeste e falar sobre o próximo mochilão, que será pelas estradas bolivianas.

Por enquanto não tenho muito a dizer, aguardem novos postagens e por hora leiam os blogs em que eu estou acompanhado...

Abração e que os bons ventos soprem a seu favor!!!!

quinta-feira, 27 de novembro de 2008




Salve salve moçada!

Depois de um bom tempo pesquisando, comecei a ver que essa trip realmente irá sair. Como vocês podem ver, esse roteiro sofreu varias modificações quanto ao primeiro, isso devido, um pouco às pesquisas, que me vez crer que alguns lugares ficariam inviável de incluir devido a sua dificuldade de acesso, e também a falta de grana, o que me fez ter que cortar algumas cidades do roteiro.
Bom! Vamos lá ao roteiro que será feito...
Saindo de Juiz de Fora - MG no dia 11/12 irei de ônibus para vitoria - ES, ficarei na casa dos meus pais durante o período de festas de fim de ano, no dia 08/01/2009 então seguirei para o Estado da Bahia, onde irei fazer uma caminhada entre as cidades de Cumuruxatiba até a cidade de Trancoso, de caminhada serão 4 dias, fazendo em media 15 Km por dia, caminhando pouco, pois terá muitas paradas para apreciar as paisagens, todo o percurso será via litoral (pé na areia mesmo), depois irei colocar uma postagem só sobre essa caminhada, pois é algo muito interessante. Depois vou para Aracajú, onde devo ficar cerca de uma semana na republica de minha irmã, de lá pretendo ir ver o encontro do Velho Chico com o mar. seguirei então para Porto de galinha,devo ficar uns dois dias ai, pois os preços nessa época do ano ficam um pouco caro.
Próxima parada será na praia de pipa, um lugar fantástico, parada de uns três a quatro dias, em natal devo ficar apenas dois dias, outro lugar bem caro também. Depois vem o Ceará, este sim deve ser legal, não que os outros não sejam, pretendo percorre um bom trecho só pedindo carona, quero ter o maximo de contato com a comunidade local, é certo que irei ficar uns três dias em Canoa quebrada, em Jericoacoara uns quatro dias e que em fortaleza será uma rápida passagem, cidade meio violenta, hehehehe
Uma rápida passagem por Piauí, e chegamos no Maranhão, aqui já vou logo ficando em barreirinhas, depois eu vou para a cidade de Palmas - TO, o famoso estado do Toca, pausa para visitar minha irmã e matar a saudade das praias de água doce que lá existem, devo ficar uma semana ai, ou enquanto o meu cunhado libera, heheheh.
Se a grana ainda permitir, quero da uma parada em Brasília,depois mais um ônibus para Belo horizonte, onde vou pegar o trem que faz a linha de BH-Vitoria-ES, é isso ai galera, e assim eu fecho essa louca aventura...

Nas próximas postagens vou falar de cada estado em que irei passar.

Que os bons ventos soprem ao meu favor....

terça-feira, 8 de julho de 2008

Roteiro inicial




Bom galera!

A principio este será o roteiro que irei fazer.
Saindo de Juiz de Fora-MG irei de ônibus até BH, onde pegarei um trem para vitoria-ES, ficarei na casa dos meus pais por cerca de uma semana, então seguirei para o Estado da Bahia, passarei por duas cidades, Salvador e mais alguma outra que ainda não planejei, depois vou para Aracajú, onde devo ficar cerca de uma semana na republica de minha irmã, de lá pretendo ir ver o encontro do Velho Chico com o mar. Estou programando ainda o que irei fazer antes de chegar em Natal, más é certo que terá paradas em Alagoas e Pernambuco.
Em natal devo ficar algum tempo, se a grana permitir... tenho um grande fascino por este estado. Depois vem o Ceará, este sim deve ser legal, pretendo percorre um bom trecho só pedindo carona, quero ter o maximo de contato com a comunidade local.
Uma rápida passagem por Piauí, e chegamos no Maranhão, ainda não planejei nada para este, estou aguardando mais dicas... então seguirei para o Pará, na região litorânea não devo ficar muito tempo, pois pretendo pegar um barco para Manaus, não sei se ficarei exatamente em Manaus, mas será em alguma cidade ali da região. Então pegarei um ônibus de volta pro Pará, dessa vez já na região sudeste, o roteiro ai eu deixo por conta do meu irmão, que irá me dar abrigo e será meu guia, provavelmente iremos beber, pescar, beber e comer os peixes que pescamos, claro sempre acompanhado de uma cachacinha, heheheheeh... depois eu vou para a cidade de Palmas-TC, o famoso estado do Toca, pausa para visitar minha irmã e matar a saudade das praias de água doce que lá existem, devo ficar uma semana ai.
A essa altura já deve ter passado cerca de 70 a 75 dias de estrada, aproveitarei para descansar bastante, pois ainda falta um finalzinho de viajem para percorrer. Ainda pretendo passar no deserto do Jalapão-TC, chapada dos veadeiros-GO, Brasília, e então retornar ao lar doce lar.....

È isso ai galera...
Agora é planejar os detalhes de cada cidade e traçar o mapa. Pretendo começar essa Jornada em dezembro.

Vamo que vamo!!!!

Influências...





Quando estamos em cima do muro para tomar uma grande decisão, observamos os acontecimentos em nossa volta para tentar encontrar algo ou alguém que ajude-nos a escolher um lado e pular com segurança. Conversando com um amigo, sobre esse meu "projeto", que andava meio sem rumo e sem objetivo, recebi dele a sugestão de conferir o filme “Na Natureza Selvagem”, com roteiro adaptado da obra literária de Jon Krakauer. Perguntei se o filme era triste ou alegre, e ele me garantiu que de um certo modo traria mais felicidade do que tristeza.

Com os comentarios que ele fez sobre o filme, imaginei que seria um road movie empolgante ou romântico, que pudesse me contagiar na busca de novas histórias de acostamento e tomar atitudes sem tanta preocupação com o futuro das coisas. Contrariando minha expectativa, “Na Natureza Selvagem” é um filme comovente e triste, que conta a história do jovem Christopher McCandless em busca de um propósito não muito bem definido de viver uma experiência autêntica de autodescoberta no meio do Alaska. O personagem se afasta voluntariamente do convívio em sociedade, trocando a humanidade pela natureza somente para ser derrotado impiedosamente por esta.

A intenção do filme não é mostrar McCandless como um herói contemporâneo ou exemplo de atitude para jovens revoltados contra a sociedade e o sistema. É apenas o relato de uma experiência de vida real, que mostra tanto o lado gentil e corajoso da pessoa, quanto sua faceta mais cruel e egoísta. Lamentavelmente, seu rancor desmedido pelo próprio passado acaba tornando-o cego para o que há de bom em sua vida, transformando-o num jovem que leva tudo excessivamente a sério e sem criar raízes onde quer que seja.

Felizmente, a história de McCandless apresenta-nos duas importantes lições para a vida, que ajudaram a reforçar meus valores antes de eu tomar qualquer decisão precipitada. A primeira, é que para descobrir o verdadeiro sentido da vida, uma pessoa tem buscar a resposta por conta própria e que talvez a melhor forma de descobrir isso seja viajando sozinho, guiado apenas pelo seu instinto. Já a segunda, embora McCandless inicialmente pregasse que a felicidade não pode ser encontrada nas relações humanas, toda a trama do filme e o próprio personagem no final demonstram que este tão desejado estado de espírito só é real quando compartilhado com outras pessoas.

Bom galera, aconselho a todos a ver este filme, ele, pra mim, reforçou algumas ideias e conceitos da vida. Principalmente a de que, sem a familia e os amigos, nunca teremos a felicidade plena.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Sou um Aventureiro...














"Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver." Amyr Klink